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Marcos da Eletrocardiografia

1842

Carlo Matteucci, um físico italiano demonstra que cada batimento cardíaco é acompanhado de uma corrente elétrica.

1887

Augustus Waller, um fisiologista inglês publica o primeiro eletrocardiograma de uma derivação em um homem, utilizando o eletrômetro fotográfico desenvolvido por Lippmann em 1872.

1895

Willem Einthoven, um fisiologista holandês, distingue 5 ondas no eletrocardiograma e as denomina P, Q, R, S e T.

1897

Um engenheiro francês desenvolve um sistema de amplificação de registros, denominado "Galvanômetro de Corda", para uso em linhas telegráficas submarinas.

1901

Einthoven registra seu primeiro "eletrocardiograma" neste galvanômetro, depois de modificá-lo. Pesava 260 Kgs.

1912

Einthoven descreve as derivações bipolares I, II e III, como os lados de um triângulo eqüilátero. Posteriormente foi chamado "Triângulo de Einthoven".

1931

Frank Wilson desenvolve o sistema de 6 derivações precordiais ligadas a um eletrodo indiferente: o central terminal de Wilson, posteriormente simplificadas e integradas ao ECG por Emanuel Goldberger.

1938

As Sociedades Americana e Britânica de Cardiologia definem o posicionamento das derivações V1 a V6.

1942

Emanuel Goldberger acrescenta as derivações aVR, aVL e aVF às três de Einthoven e às 6 de Wilson, determinando o eletrocardiograma de 12 derivações utilizado até hoje.
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