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História e Cultura do Vinho
Continuação - Parte 2

A decadência do Império Romano gerou uma grande crise econômica na Europa, prejudicando a produção e o comércio do vinho em prol do cultivo de alimentos. Ele já não era mais armazenado da forma correta, perdendo a qualidade que os vinhos antigos possuiam. Mas seu ressurgimento não tardaria. Uma grande instituição asseguraria seu futuro: a Igreja Católica.

Com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo, a Igreja Católica começou a ganhar força e estabelece-se como grande proprietária de terras. Mas a base de tudo estava em uma associação simbólica: o vinho era o sangue de Cristo! Na Alemanha, a cerveja chegou a ser banida, considerada pagã e bárbara, enquanto o consumo de vinho era visto como civilizado e um sinal da conversão à nova religião.

Vários mosteiros, que eram recantos de paz e meditação, tornaram-se grandes produtores de vinho, principalmente nas regiões francesas de Borgonha e Champagne.

O vinho também se enveredou na área médica, onde se acreditava que sendo aromatizados, possuiam propriedades curativas. Com o aprimoramento das receitas, outros tipos além do tinto surgiram, como o branco, o rosé e os espumantes.

E a partir do século XIII, com as cruzadas e depois com as batalhas pelo comércio marítimo, o vinho ganha a América!

Não perca nas próximas edições do Jornal a continuação desta História.

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Atualizado em 29/08/2008